Configurando DAG no Exchange 2010

Una de las novedades y ventajas que nos ofrece Exchange 2010 es la posibilidad de disponer de un sistema de alta disponibilidad de una forma sencilla, siendo fácil de implementar, en qualquer momento y sobre todo la sencillez de administración. Se basa mediante la implementación de DAG o Database Availability Group, montando una réplica de las bases de datos entre los diferentes servidores de Buzón (o en el mismo equipo si disponemos en el mismo servidor de todos los roles), así que con esto se substituyen los antiguos clúster de Exchange 2007, SCR y LCR; y por lo tanto agora necesitaremos simplesmente dos servidores y no tres o más como se requerían en Exchange 2007!

Configurando um array HP Lefthand

Neste documento serão vistas algumas configurações genéricas que permitem estas baías SAN da HP chamadas HP Lefthand, este caso é realizado através de algumas baías virtuais num ambiente VMware, uma vez que permitem trabalhar perfeitamente num ambiente de laboratório muito mais flexível. A HP dispõe de vários modelos de baías Lefthand físicas, todas com o mesmo sistema, mas com diferentes capacidades, modelos de disco, portas Ethernet… seriam a série HP LeftHand P4500 e HP LeftHand P4300. Mas também para ambientes de produção dispõe da baía virtual HP LeftHand P4000 Virtual SAN Appliance ou VSA. Neste documento veremos as principais características das baías, como são o Storage clustering (dá maior rendimento e capacidade), Network RAID (maior disponibilidade dos dados), Thin provisioning (reduz custos e melhora a utilização da capacidade dos discos), iSCSI (tecnologia de rede Ethernet) Snapshots e Replicação através do Remote Copy (para replicação local […]

Configurando o Microsoft Exchange 2007 com SCC (Cluster de Cópia Única) no Windows Server 2008

Neste documento, veremos cómo montar un clúster de alta disponibilidad para nuestro servidor de correo Microsoft Exchange 2007 Server con el sistema operativo Microsoft Windows Server 2008, en este caso montaremos un sistema de clúster llamado SCC (Single Copy Cluster o Clúster de Copia Única). En este documento anterior se describen el resto de posibilidades que tendríamos, nos puede interesar más un sistema que otro (Referências HTTP://www.bujarra.com/?p=2362). Cómo se comentó anteriormente, SCC es el clúster que podemos conocer de ediciones anteriores de Microsoft Exchange, es un sistema de clúster de conmutación por error de almacenamiento compartido, Isso é, tendremos varios nodos con la 'Función de buzón' uno de eles estando activo y el resto pasivos. El almacenamiento debe ser compartido, las bases de datos deben estar en una cabina o un sistema de almacenamiento remoto, sea iSCSI, fibra... Quando o nodo ativo caiu, uno de los nodos em estado passivo […]

Diferentes tipos de alta disponibilidade do Microsoft Exchange 2007 (CCR, SCC, LCR e SCR)

Poço, tras mucho tiempo out, con mucho trabajo, tuve tiempo para mirarme y pelear con los diferentes tipos de alta disponibilidad que nos da Microsoft Exchange 2007 a fecha de hoy. A diferença de Microsoft Exchange 2003, esta versión, trae más posibilidades para tener una alta disponibilidad de nuestro servidor de correo, disponiendo de diferentes métodos, unos más económicos que outros y más o menos complejos. En principio disponemos de: CCR (Cluster Continuous Replication o Replicación Continua en Clúster) SCC (Single Copy Cluster o Clúster de Copia Única) LCR (Local Continuous Replication o Replicación Continua Local) SCR (Standby Continuous Replication o Replicación Continua en Espera)

Criando um cluster de alta disponibilidade no Microsoft Windows Server 2008

Após ver um documento sobre como criar o armazenamento partilhado para um cluster, por que não criar um? Poço, o processo é parecido com o do Windows 2003, agora iremos realizá-lo para Windows 2008, um cluster novo, e será para um servidor de ficheiros, de tipo failover clustering, el proceso para otro tipo de clúster es parecido. Con esto conseguiremos alta disponibilidad, que si se nos cae uno de los servidores (nodo) no pase nada, ya que existen otros nodos que pueden coger los recursos y levantar los servicios para que los usuarios puedan trabajar prácticamente sin notar la caida del nodo contra el que estaban trabajando. También comentar que el mantenimiento de un clúster es costoso, Isso é, tendremos siempre en cuenta que ambos servidores tendrán las mismas aplicaciones instaladas, de la misma forma y con las mismas versiones, todo esto para evitar problemas futuros. Además es recomendable balancear el clúster […]

Configurando um cluster, dois ou mais Fortigate

Neste procedimento explica-se como configurar dois firewalls Fortigate em modo cluster, para alta disponibilidade. É necessário que ambos os firewalls tenham a mesma versão de firmware. No meu caso os dois têm uma versão 3, com uma build 400. Configurei-lhes as seguintes características a cada um:

Balanceamento de conectividade no Fortigate

Se quisermos configurar o firewall para que, quando uma ligação à internet falhar, passe automaticamente para outra e os utilizadores “quase” não se apercebam, é necessário seguir os passos deste procedimento. É aplicável a qualquer Fortigate, logicamente, o que se precisa é ter duas ligações de diferentes fornecedores na organização, por exemplo, podemos ter Telefónica na WAN1 e Guanadu na WAN2, no caso de a ligação da Telefónica cair (algo bastante frequente) que se restabeleça a ligação que temos com Guanadú.

Balanceamento do Citrix WI e PNA com NLB: Configuração de grupos Web Interface e Program Neighborhood Agent para balanceamento com Network Load Balancing

Este documento é bastante útil se o que temos es vários servidores com o serviço Web Interface o com o Agente del Program Neighborhood y lo que queremos es fazer um equilíbrio entre eles, é dizer se um dos servidores se cae o lo apagamos que não haya que fazer nada nos PC's dos utilizadores para que sigan a trabalhar com normalidade. Para ello habrá que configurar en los servidores que tienen W.I. un clúster con NLB, ou seja, crear una dirección IP “virtual” a la que se conectarán los clientes y esta dirección IP “virtual” se conectará a los host que estén levantados, a un servidor o a otro; tanto para W.I. cómo para PNA.